segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Cultural
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Motivos pelos quais relacionamentos foram desfeitos ou nem chegaram a serem feitos:
- Tratamento paternalista, ou me colocando como não entendedora de um assunto que eu automaticamente não entendo por ser mulher;
- Sumiço quando os meus problemas (principalmente os psicológicos) ficam evidentes. Ou seja, deu uma deprezinha tchau-um-abraco;
- Querer me colocar como a outra, obviamente negando o envolvimento com a mina 'principal'. Negando tbm pra ela a minha existência;
- Negar demonstrações de afeto publicamente;
- Usar o que eu falei contra mim. Gaslighting brabo;
- Aparecer em momentos oportunos, pra ele;
- Usar as lembranças do envolvimento pra conseguir alguma coisa;
- Jogar indiretas pra ver se consegue alguma coisa;
- Usar momentos de fragilidade pra conseguir alguma coisa;
- Pagar a conta pra conseguir alguma coisa;
- Fazer de (quase) tudo pra conseguir alguma coisa e achar que eu não estou percebendo;
- Quando consegue alguma coisa achar que foi puramente o poder másculo de sedução, que eu me deixei levar, que não foi a minha vontade desde o início;
- Exigir ou enfatizar suas preferências estéticas e comportamentais, por exemplo corte de cabelo, roupa, batom, esmalte, depilação, sair/falar com amigos, etc;
- Não fazer atividades por serem 'atividades de mulher', tipo lavar a louça, varrer a casa, arrumar a cama, etc.
- Deixar pra mim responsabilidades que caberiam aos dois;
- Passar por cima das pessoas com falas de "eu sei o que é isso, já passei por coisa pior". Falta de empatia;
- Debochar/desdenhar/diminuir minhas lutas;
- Visualizar e não responder;
- Falar que não foi golpe;
- Banho-maria, chato, boring..;
- Se achar o gostosão pelas experiências e conhecimentos.
- Achar que tem que saber de tudo sempre e sair falando, ao invés de assumir que não sabe, ficar quieto e escutar;
- Exigir elogios;
- Exigir atenção sempre e da forma que deseja;
- Falar mal dos relacionamentos anteriores e das exs.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Aceita que dói menos.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Segundo Encontro
21h00: Guaraná e Mate
00h50: Minha vez de pagar a conta
01h20: Primeira Antártica
02h10: Segunda Antártica
03h20: Balde de água e cloro
04h10: Taxi
05h00: Ultima mensagem visualizada
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
domingo, 2 de outubro de 2016
sábado, 1 de outubro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Sobre envergar e não quebrar
terça-feira, 23 de julho de 2013
Quelqu'un m'a dit
mas sinto ar novo.
não que alguém tenha me falado, obrigatoriamente.
sábado, 20 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sinestesias com paletó, vestido, quarto, seios..
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Carta não enviada
Olá Desconhecido.
É com muita estranheza que mando esse email. A dificuldade em ter coragem para escrevê-lo até o final é grande, mas tenho a necessidade de fazê-lo.
Faz muito tempo que não nos falamos, muito menos nos vemos, não consigo ter certeza de como você vai receber isso. Como a probabilidade de nos esbarrarmos por ai é mínima e como eu não tenho mais seu número (roubaram meu celular com todos os meus contatos), mando esse email.
Bom, o único intuito é de te pedir desculpas. Imagino que isso não faz o menor sentido e nem vai modificar alguma coisa agora na sua vida. Mas depois de ler uns textos que escrevi em 2009, percebi o quanto fui vil. Consegui ultrapassar a barreira da infantilidade que é aceitável numa menina de 18 anos, chegando a ser perversa. Acho que causei danos que não eram necessários e disso me envergonho.
Só estou desenterrando essa história agora porque realmente me fez muito mal ler o que escrevi. Procurei por emails que trocamos como farpas naquela época e me senti pior ainda. E só me senti mal porque de alguma forma você teve relevância num momento da minha vida. Espero que não encare isso negativamente. Eu realmente gostaria que soubesse que me arrependo da forma leviana que me comportei naquele momento.
Desculpe o incomodo com isso tudo agora.
Cordialmente,
Amizade
Ler ouvindo.
Com pouco esforço ainda sinto meus lábios sensíveis pelos beijos quase carnívoros que tivemos. Com gosto de cerveja, com gosto de cigarro, com a textura da sua barba macia. Qualquer imaginação depois dessa a vergonha me impossibilita de descrever. É uma vergonha safada, uma das piores que considero existir entre duas pessoas. Vergonha que não tem endereço fixo e fica, ora nas conversas polidas e cheias de cuidado, ora entre minutos breves de euforia representados pelos abraços apertados, pelas mãos contidas tentando sentir algum centímetro de pele. Com você a bipolaridade alcança níveis alarmantes, chega à beira da loucura. Mediante tanto conhecimento desconhecido um do outro, acabo optando pela perda. Perda da contínua incerteza, perda das possibilidades. Com você me sinto em alerta em cada palavra, em cada idéia, em cada tudo. Não consigo falar em primeira pessoa, não consigo te enxergar de forma pessoal. Ainda tenho dúvidas cruéis sobre quem é você, o que você quer, até onde posso ser de verdade com você. Isso tudo porque as informações que vim guardando de você são borrões, que se juntaram formando algo que talvez fosse melhor não existir. Estar com você me trava tanto que passei a ter vergonha de escrever pra mim mesma. Por isso me distancio, me calo, me torno um ser sem surpresas, entediante. Escolho a amizade sem as expectativas desse caminho esquizo.














