quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Raridade
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Sobre as vidas mortas.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
2:40
domingo, 14 de novembro de 2010
Noite Colonial Coletiva Voadora
( @laissco )
( @babiavlis segundo @laissco )

( Lais e Bárbara )

( Eu Lais Barbara - Intimidadas pelo 'fotógrafo' )

( @laalap @babiavlis )

( Procultianos - exceto Max! )

O show começou. O coro também. E mais surpresa boa, apareceram mais pessoas incríveis! Logo surgiram as bolas coloridas, a rodinha com parte da banda ensaiando coreografias ao som de "Copacabana".
Acabado o show o pessoal da banda como sempre vai falar com o pessoal.
cara que tirou a foto! = / |
Cretton Bárbara Yo Eduardo Lais Rafaela )

( Orquestra Voadora )

( Orquestra Voadora )

( Max e Lais - Ato I )

( Max e Lais - Ato II )

( Max e Lais - Ato III )
Descemos a escada falando das coisas boas da noite. A ultima surpresa foi chegar na porta e ver que já tinha uns fios de luz e chuva, muita chuva! Não dava pra esperar, o jeito foi mergulhar naquele desfecho. Logo estava no ônibus e de volta ao outro lado da ponte.
sábado, 13 de novembro de 2010
Sereníssima
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Incômodo
Muitas coisas me incomodam. Muitas mesmo. Pessoas que falam perto demais, acordar porque desligaram o ventilador, perguntas óbvias em situações inapropriadas. Enfim, muitas coisas que não deveriam me incomodar acabam estragando meu dia. E uma em especial me tira do sério. Bom, todo mundo tem algum problema, considerando questões banais e questões mais sérias. Mas muitas vezes uma interpretação parcial, carregada de comparações - os meus problemas e os do outro - fazem um diagnóstico superficial, portanto pré conceituoso. E isso me irrita profundamente. Me provoca ira quando meus problemas passam por um olhar simplista, colocando todas as minhas questões num patamar bobo. Como disse todo mundo tem problemas, seja como conseguir dinheiro pra comprar alguma coisa inútil - ou não tão necessária - até qual será a real solução econômica para os países pobres e, claro, questões pessoais como 'quem sou eu?'. Cada problema tem sua relevância, e ele não perde nem ganha peso quando não é meu. Me provoca histeria quando sou subestimada, quando sou posta num nicho pobre. No emaranhado de pensamentos, bons ou não, meus problemas me limitam, da mesma forma que limita outra pessoa. Então porque teria o direito de julgar como 'fácil', 'médio' ou 'difícil' as questões alheias? E ainda por cima fazer analogias distantes de uma interpretação mais distante ainda? Isso definitivamente me incomoda!






